Federação dos Professores do Estado de São Paulo, 21 de maio de 2022

11 de junho de 2020

11/06 – a proposta no Ensino Superior, volta às aulas na pandemia pode dar greve, Bolsonaro quer nomear reitor, Enem 2020 pode ser em 2021 – e mais.  

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A comissão de negociação das federações, representando os sindicatos, entregou nesta quarta-feira, 10/06, aos representantes das mantenedoras a sua proposta do conjunto de cláusulas para renovação da convenção coletiva de trabalho de professores e auxiliares no ensino superior.“Agora, está na mão das mantenedoras a renovação da convenção coletiva. Não abrimos mão do reajuste salarial, mas concordamos com a hipótese de negociar a forma de pagamento, assim que forem suspensas as restrições emergenciais da pandemia”, afirma Celso Napolitano
Leia mais sobre a Campanha Salarial 2020 no Ensino Superior aqui: http://fepesp.org.br/noticia/8344/  

 

 

Professores estudam greve em estados e municípios que planejam volta às aulas
Folha de S. Paulo; 10/06
https://bit.ly/2UwhQhd

Professores da rede pública anunciaram que farão greve em estados e municípios que decidirem reabrir escolas sem um protocolo rigoroso de segurança contra o coronavírus. Em ao menos duas cidades, Fortaleza e Búzios, paralisações já foram marcadas.

Com a flexibilização da quarentena e a retomada do funcionamento de comércios e serviços em diversas regiões do país, governos planejam a volta das aulas presenciais, já que as famílias, ao terem de retornar ao trabalho, não têm com quem deixar os filhos. Na rede particular, há locais em que escolas já foram reabertas.

Mesmo que a maioria dos estados e municípios ainda não tenham definido a data de abertura das escolas, os professores já iniciaram a mobilização. É o caso de Búzios, no Rio de Janeiro, onde os docentes decidiram pela paralisação das atividades remotas por 72 horas depois de as equipes pedagógica e administrativa dos colégios ter sido convocada a ir às unidades para discutir o retorno.

 

 

Na pandemia, Bolsonaro autoriza Weintraub a nomear reitores sem eleição nas universidades
Folha de S. Paulo; 10/06
https://bit.ly/2MQV5Ap

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) autorizou que o ministro da Educação, Abraham Weintraub, faça a nomeação de reitores para universidades e institutos federais durante a pandemia do novo coronavírus sem a realização de consulta à comunidade acadêmica.

Medida provisória publicada nesta quarta (10) diz que o presidente irá nomear reitores e vice-reitores temporários para as instituições de ensino em que houver o término de mandato dos atuais dirigentes durante o período da pandemia.

Maia cobra revogação de MP dos reitores para que Alcolumbre ou Câmara não a derrubem
Valor Econômico; 11/06
https://glo.bo/2XRC5Il

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou nesta quinta-feira, em entrevista à Globonews, que espera que o governo possa, “nas próximas horas”, revogar a medida provisória (MP) que permite que o ministro da Educação, Abraham Weintraub, escolha os reitores de universidades federais sem consultar professores e estudantes durante o estado de calamidade pública decretado em razão da covid-19 – e que vai até 31 de dezembro.

 

Consulta do Senado mostra rejeição de quase 90% a que Weintraub nomeie reitores
Painel FSP; 11/06
https://bit.ly/3fdRSH5

Consulta pública no site do Senado mostrava rejeição massiva à medida provisória apresentada pelo governo para permitir que Abraham Weintraub (Educação) escolha reitores de universidades sem eleições durante a pandemia. Até a noite desta quarta (10), dos 64.459 votantes, 57.078 (88,5%) disseram não apoiar a proposta.

 

Divergências políticas [sobre MP de nomeação de reitores] adiam votação de MP936 de corte de salário no Senado
Folha de S. Paulo; 11/06
https://bit.ly/2YnZ2Sy

Segundo líderes governistas, a análise do projeto foi contaminada por divergências políticas. Além da falta de acordo para evitar modificações no texto, aliados do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) disseram que as críticas ao poder dado ao ministro da Educação, Abraham Weintraub, pesaram.

Enquete sobre datas do Enem 2020 será entre 20 e 30 de junho; entre as três opções, duas preveem prova em 2021
G1; 11/06
https://glo.bo/3dU2Cu6

O ministro da Educação, Abraham Weintraub, afirmou em uma rede social nesta quarta-feira (10) que, entre os dias 20 e 30 de junho, o MEC irá abrir a enquete com os inscritos no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) para a definição da nova data da avaliação. A informação foi confirmada pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), responsável pelo exame.

Segundo Weintraub e o Inep, os candidatos poderão escolher três datas possíveis – entre elas, duas são para 2021, o que indica a possibilidade de a prova ficar para o ano que vem.

 

Brasil tem mais 1.274 vítimas em 24 horas e se aproxima de 40 mil mortes pela covid-19
Rede Brasil Atual; 11/06
https://bit.ly/2YqVPSc

O Brasil registrou hoje (10) mais 1.274 mortes causadas pela covid-19, doença provocada pelo novo coronavírus, em um período de 24 horas – praticamente mais um dia com um cidadão morto por minuto. Os números da pandemia foram atualizados pelo Conselho Nacional de Secretarias de Saúde (Conass), e compila dados dos 26 estados e do Distrito Federal.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), o Brasil é o epicentro da pandemia no mundo. Exceto aos fins de semana, quando menos profissionais de saúde trabalham, o Brasil se aproxima dos 20 dias com mais de mil mortos por dia.

 

MPF se manifesta contra uso de verba da educação para combate ao novo coronavírus
Valor; 10/06
https://glo.bo/3hhdV1n

O Ministério Público Federal (MPF) se manifestou contra o uso das verbas da educação para o combate ao novo coronavírus. A nota técnica também é assinada por representantes de Ministérios Públicos Estaduais.

Para os órgãos, os recursos do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação  (Fundeb/Fundef) devem ser destinados integralmente à educação.

 

 

 


 

Racismo, participação política e a persistência das desigualdades brasileiras
Nexo; 10/06
https://bit.ly/2BY0K5xPor Claudio Ferraz: “O Brasil foi o país que mais importou escravos entre 1500 e 1888. As desigualdades criadas por essa história podem ser sentidas até hoje

A explosão de protestos nos EUA após o assassinato de George Floyd pela polícia chegou ao Brasil. Os jornais, televisões e redes sociais foram tomados por discussões sobre racismo.

Protestos contra o presidente Jair Bolsonaro, que tinham como origem a defesa da democracia, incorporaram também a pauta #BlackLivesMatter. Mas diferentemente dos EUA onde milhares de pessoas brancas foram às ruas protestar contra a violência da polícia — algo que acontece pela primeira vez na história como disse o escritor Ta-Nehisi Coates — no Brasil o movimento ainda é pequeno e negro.

A elite branca brasileira adora importar problemas de fora, ficar estarrecida e oferecer sua simpatia em mídias sociais. Mas na hora de discutir o racismo, prefere criticar a política das cotas”.

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