Federação dos Professores do Estado de São Paulo, 28 de junho de 2022

10 de julho de 2019

10/07 – Câmara votará ‘reforma’ em breve, juízes do trabalho rejeitam ‘reforma’, marcha pela Ciência, e mais.

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Com sinais favoráveis à aprovação, 
Câmara deve votar reforma da Previdência nesta 4ª
Folha de S. Paulo; 10/07
http://bit.ly/2NLCDfV

Após uma pressão de siglas do centrão, a Câmara encerrou à 0h43 desta madrugada a fase de debates da reforma da Previdência e convocou nova reunião para esta quarta-feira (10) para a votação da proposta, que é a prioridade legislativa do governo de Jair Bolsonaro. A expectativa dos parlamentares é que às 10h30 haja quórum para retomada dos trabalhos.Ao rejeitar no final da noite desta terça (9) um requerimento protelatório da oposição e ao aprovar na madrugada o encerramento dos debates, o plenário deu sinais favoráveis à reforma —331 votos a 117 e 353 votos a 118, respectivamente —é preciso 308 dos 513 votos para a aprovar a nova Previdência.

 

‘Reforma’ da Previdência prejudica professores 
como outras categorias, alerta Fepesp
Rede Brasil Atual; 08/07
http://bit.ly/2YUjn0w

Os professores não foram poupados e também serão prejudicados pela “reforma” da Previdência, assim como as demais categorias. O alerta é do presidente da Federação dos Professores do Estado de São Paulo (Fepesp), Celso Napolitano, ao analisar o relatório da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 6, que será votado no plenário da Câmara dos Deputados. “Embora as professoras tenham tido uma diminuição em relação à idade mínima (em comparação às demais categorias), todos terão que trabalhar mais para poder conseguir uma aposentadoria. Essa reforma proposta pelo governo é um duro golpe aos trabalhadores, que pagarão esse ajuste fiscal”, critica Celso Napolitano.

 

Associação de juízes do trabalho defende
a rejeição do texto da reforma da Previdência
Folha de S. Paulo; 10/07
http://bit.ly/2LdWtOO

A Anamatra (Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho) defendeu a rejeição da proposta de reforma da Previdência pautada nesta terça-feira (9) no plenário da Câmara. Segundo a entidade, o texto aprovado pela comissão especial é “discriminatório e injusto”. A associação é parte da Frentas (Frente Associativa da Magistratura e do Ministério Público), que apresentou uma petição com mais de 10 mil assinaturas contra o texto.

 

Comissão rejeita poupar professores na reforma da Previdência
Folha de S. Paulo; 04/07
http://bit.ly/2XLHqli

A comissão especial da reforma da Previdência rejeitou poupar os professores do endurecimento de regras de aposentadoria. Por 30 votos a 18, o colegiado derrubou a tentativa do PL, partido independente ao governo, e que queria manter os critérios de aposentadoria atualmente em vigor para profissionais do sistema de ensino.

 

Ministro diz que liberação de emendas 
foi para aprovar Previdência e causa polêmica
Folha de S. Paulo; 09/07
http://bit.ly/2S8uIaN

Presente no plenário da Câmara nesta terça-feira (9), durante o início da discussão da nova Previdência, o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, afirmou ao site Jota que a liberação de emendas orçamentárias de sua pasta para os parlamentares foi um esforço para a aprovação da reforma, prioridade do governo de Jair Bolsonaro. A declaração difere da do presidente da República, que em entrevista e nas redes sociais disse que a medida é uma ação normal da administração pública, sem relacioná-la com a Previdência. Parlamentares do PT foram à tribuna reclamar do ministro, afirmando que ele cometeu crime ao contrariar dispositivo da Lei de Diretrizes Orçamentárias que veda o uso de verba pública para influenciar votações.

 

‘Previdência: o debate desonesto’, por Eduardo Fagnani
Editora Contracorrente; 05/07
http://bit.ly/30xYA3D

“Este livro é um ato exasperado diante da estúpida imposição de novo retrocesso no processo civilizatório brasileiro. Foi escrito em muitas horas e poucos dias. Era urgente escrever, porque ainda há tempo para agir”, diz Eduardo Fagnani, professor de economia da Unicamp e pesquisador.

 


Passado, presente e futuro do trabalho, 
na visão da academia, para quem quiser conhecer
Rede Brasil Atual; 07/07
http://bit.ly/2LNh77U

Nascido em 2012 e sediado na Escola de Ciências Sociais-Centro de Pesquisa e Documentação de História Contemporânea do Brasil da Fundação Getúlio Vargas (Cpdoc-FGV), o Laboratório de Estudos de História do Mundo do Trabalho (LEHMT) está abrigado agora no Instituto de História da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e pretende ampliar o público interessado no tema “nos tempos difíceis que vivemos”. Segundo o criador e coordenador do Laboratório, o professor Paulo Fontes, o debate torna-se ainda mais importante em um período de “políticas revisionistas”, ajudando a mostrar como várias lutas sociais – como as de gênero, raça e etnia – “nasceram vinculadas ao universo do trabalho”.

 

 


Confira esta e outras charges através do nosso site: http://bit.ly/2HvT9vP

 

 


Saúde estuda ‘perdoar’ dívidas do Fies 
para preencher vagas no Mais Médicos
Valor Econômico; 09/07
http://bit.ly/30nNUV5

O Ministério da Saúde estuda oferecer uma espécie de “perdão” da dívida do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) como forma de atrair profissionais para a nova versão do programa Mais Médicos, prevista para ser apresentada neste semestre. A proposta está em estágio avançado e mira em um saldo devedor de R$ 13,2 bilhões do fundo apenas referente aos cursos de medicina, valor que engloba o débito de mais de 26 mil formados. Na prática, a ideia é que o abatimento da dívida seja parte da remuneração a ser oferecida para os novos participantes do programa.

 

O Plano Nacional de Educação morreu?
Nova Escola; 09/07
http://bit.ly/30pHNiT

O Plano Nacional de Educação (PNE) faz cinco anos em 2019. Na maioria das 20 metas observa-se atrasos, evolução insuficiente e risco de descumprimento. Para mudar a realidade das salas de aula no Brasil, o prazo determinado na época foi 2024. Já estamos na metade do tempo estabelecido e apenas uma meta foi cumprida, a que estabelece que pelo menos 75% dos professores da Educação Superior sejam mestres e 35%, doutores, segundo dados do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).

 



Artigo |
 Educação é menosprezada por Bolsonaro, 
e parte do país já percebe isso
Folha de S. Paulo; 09/07
http://bit.ly/2XD7lrh

Por Ranier Bragon: Jair Bolsonaro diz não acreditar em pesquisas de opinião. Frequentemente, afirma recorrer diretamente ao povo para tomar decisões —povo esse, claro, que na sua cabeça se resume a adoradores na porta de sua casa, manifestantes convocados por seus grupos aliados e espectadores de partidas de futebol com preço médio de ingresso a R$ 500. Seria bom, porém, que ele descesse do salto alto e prestasse atenção a um dos alarmantes dados divulgados pelo Datafolha nesta segunda (8): a preocupação do brasileiro com a educação atingiu o seu mais alto índice, com 15% de citações como o principal problema do país hoje.

 

‘Educação não muda com esforço heroico de um único professor’, 
diz ganhador do ‘nobel da educação’
Estadão; 09/07
http://bit.ly/2LdU7PY

Vencerdor do prêmio de ‘Melhor professor do mundo, o queniano Peter Tabichi destaca a importância de investimentos, políticas públicas e incentivos à carreira docente.

 

 



Marcha pela Ciência ataca cortes de Bolsonaro e Doria: 
‘Balbúrdia é o governo’
Rede Brasil Atual; 08/07
http://bit.ly/2XQapo5

O governo Bolsonaro bloqueou 3.474 bolsas e congelou outras 2.724 bolsas de pós-graduação. Além disso, o ministro de Educação também foi criticado, pelo bloqueios de 30% das verbas para universidades federais, o que representa cerca de R$ 2 bilhões sobre recursos discricionários. Outro corte criticado é o de 42% no orçamento Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, o que equivale a cerca de R$ 2,1 bilhões.  Já Doria foi questionado por conta de cortes e falta de reposição de pessoal nas universidades. Outro motivo de crítica é a concessão do Jardim Botânico à iniciativa privada. Na Avenida Paulista, manifestação contou com feira de ciência e apresentação de artigos científicos para a população.

 

Qual cientista do Brasil você conhece?
Folha de S. Paulo; 08/07
http://bit.ly/2xHP41e

No primeiro semestre deste ano, milhares de bolsas de pesquisa foram congeladas e dois grandes protestos contra o corte de verba na educação tomaram as ruas do país no mês de maio. A memória coletiva também não privilegia a ciência. Em junho, uma pesquisa realizada pelo INCT-CPCT (Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Comunicação Pública da Ciência e Tecnologia) apontou que 93% dos jovens brasileiros não sabem citar o nome de um cientista do país.

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