Federação dos Professores do Estado de São Paulo, 25 de setembro de 2022

10 de abril de 2019

10/04 – Não há projeto para a Educação; Possíveis cortes no ensino; Relator do PSL favorece PEC da reforma; E mais.

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Mantenedoras tem prazo até 15 de abril para indicar plano de saúde adotado pelas instituições – e definir o reajuste de professores e auxiliares. Fiscalize.
Veja aqui comohttp://fepesp.org.br/noticia/ensino-superior-saude-e-salario-andam-juntos-fiscalize/ 

 

 


Sobre o novo ministro da educação:
Celso Napolitano participa do Jornal Brasil Atual
Rádio Brasil Atual; 09/04
http://bit.ly/2UJS7mO

Nesta terça-feira (9), Celso Napolitano, presidente da Fepesp, participou do Jornal Brasil Atual, comentando sobre a escolha do novo ministro da educação: “A grande cruzada do Abraham Weintraub é contra o que ele mesmo chama de ‘pensamento esquerdista’. […] Não tem projeto educacional, e com isso o governo joga fora 30 anos de avanços na área. É lamentável que alguém assim seja colocado exatamente no Ministério da Educação”, diz Celso. Participação: 1:00:00 até 1:11:30


Com novo ministro, educação sai da ‘anomia’ 
para entrar no ‘caos’
Rede Brasil Atual; 09/04
http://bit.ly/2YZzKJO

O perfil do novo ministro da Educação, Abraham Weintraub, na opinião de especialistas consultados pela reportagem de Cosmo Silva, na Rádio Brasil Atual, comprova que o governo Bolsonaro não tem um projeto para atender às demandas educacionais do país. Em pouco mais de três meses de gestão, o MEC coleciona dezenas de exonerações de cargos na administração, além de esta ser a segunda mudança no primeiro escalão do governo. Executivo no mercado financeiro, o novo ministro, é professor universitário, discípulo do autoproclamado filósofo Olavo Carvalho, partilha da chamada disputa contra o “marxismo cultural”.

 

Novo ministro assume MEC em meio a crise
CENPEC; 09/04
http://bit.ly/2IlT2mG

Os desafios que Abraham Weintraub, empossado esta semana pelo presidente Jair Bolsonaro, deve enfrentar no Ministério da Educação (MEC) foram destaque do Jornal das 10, da Globo News, na noite de ontem (08), que contou com análises de Mônica Gardelli Franco, diretora-executiva do CENPEC, e outros especialistas em educação. Assista ao vídeo.

 

Weintraub vai demitir secretários do MEC 
e trazer ex-integrante da gestão Temer
Folha de S. Paulo; 09/04
http://bit.ly/2KpE7e5

O novo ministro da Educação, Abraham Weintraub, vai trocar todos os secretários do MEC, com exceção do titular da pasta de Alfabetização, Carlos Nadalim. Já é certa a volta de Silvio Cecchi para a subpasta de Regulação do Ensino Superior. Ligado ao MDB, ele ocupou o mesmo cargo na gestão Michel Temer. Weintraub assumiu o MEC no lugar de Ricardo Vélez Rodriguez depois de uma disputa entre militares e seguidores do escritor Olavo de Carvalho, guru do bolsonarismo. A crise que valeu o cargo de Vélez aprofundou a paralisia no MEC.

 

Ministério da Educação deixou 60 milhões de alunos à deriva
Jornal da USP; 09/04
http://bit.ly/2IaqAF8

O Ministério Público, junto ao Tribunal de Contas da União, demanda a apuração das consequências da atual crise do Ministério da Educação (MEC) no andamento das políticas públicas da área. O documento elenca impactos negativos da atual situação, como o risco para a realização do Enem, após a falência da gráfica que imprimia a prova, e os recentes problemas que alunos enfrentaram para a renovação do Financiamento Estudantil (Fies). Também questiona o abandono do Plano Nacional de Educação (PNE) por parte do MEC. Vários assuntos terão que ser tratados pelo novo ministro Abraham Weintraub, que susbstitui Ricardo Vélez Rodríguez. Ele é formado em Ciências Econômicas pela Universidade de São Paulo, mestre em administração na área de finanças pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) e professor da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Na iniciativa privada, trabalhou no Banco Votorantim por 18 anos, onde foi economista-chefe e diretor.

 

Manifesto em defesa da Escola Sem Censura
Sinpro Campinas; 09/04
http://bit.ly/2GdGfkP

Todos temos consciência dos problemas da educação no Brasil. Algumas escolas têm estrutura precária, os professores são mal remunerados e o desempenho médio dos alunos não atende às expectativas. No entanto, a Escola, em especial a Escola Pública, de vítima do descaso vem sendo apresentada como causa dos problemas. Nos últimos anos vem ganhando espaço a tese de que a resolução destes problemas passa por retirar da educação seu caráter de preparação para o exercício da cidadania. Existe um movimento, chamado oportunistamente de “Escola Sem Partido”, que visa censurar e restringir a atividade docente, alterando a Lei de Diretrizes e Bases da Educação.

 

 

Reitores temem que novo ministro corte investimentos 
e enxugue recursos
Folha de S. Paulo; 10/04
http://bit.ly/2G2Uac9

Dirigentes de instituições de ensino analisam cada vírgula de discursos do novo ministro Abraham Weintraub (Educação). Fala de setembro na qual ele afirmou que o país “gasta [em educação e saúde] como os ricos e tem o resultado dos pobres” despertou temor de que siga a cartilha Paulo Guedes (Economia) e aposte em cortes. Reitores de universidades federais receiam que Weintraub enxugue recursos a ponto de provocar insuficiências. “Preocupa que o mantra ‘não falta dinheiro, falta gestão’ seja levado ao extremo”, disse um reitor.

 

A distribuição de pessoas com doutorado pelo Brasil
Jornal NEXO; 05/2017
http://bit.ly/2Kl0aT0

Confira um gráfico com o número de doutores no país e outras estatísticas e correlações que revelam a distribuição geográfica, áreas de atuação e etc.

 

 

Artigo | O Sindicato nas empresas para evitar o Sindicato por empresa
Fepesp; 10/04
http://bit.ly/2KofKxh

Por João Guilherme Vargas Netto: O modelo sindical adotado no Brasil desde a década dos anos 40 do século passado que se consolidou em duas constituições democráticas e atravessou a própria ditadura militar garantiu a existência de um dos mais fortes movimentos sindicais do mundo. A ele se deve um rol de conquistas – redução da jornada, 13º salário, férias remuneradas, proteção à gestante, proibição de trabalho infantil, melhoras na situação sanitária dos locais de trabalho e muitos outros, até chegarmos à maior conquista sindical neste século XXI, a lei de valorização do salário mínimo. O movimento sindical, com sua estrutura, foi protagonista da História e adquiriu inegável relevância social.

 


Relator desconsidera a Constituição
e dá parecer favorável à PEC da Previdência

Rede Brasil Atual; 10/04
http://bit.ly/2VA72ND

O deputado Marcelo Freitas (PSL-MG), relator da reforma da Previdência, apresentou, nesta terça-feira (9), parecer favorável à aprovação da medida, que tramita na Câmara dos Deputados sob o nome de Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 6/2019. Ele defendeu a aprovação integral do texto, alegando que a matéria estaria de acordo com a Constituição Federal – ponto central de análise da Comissão de Constituição e Justiça e Cidadania (CCJC), onde a reforma está sendo debatida nesta fase da tramitação. Caso o parecer de Freitas seja aprovado pelo colegiado, a PEC deverá ter o mérito debatido numa comissão especial temática, a ser criada posteriormente.

 

Plataforma possibilita pressionar deputados sobre reforma 
Fepesp; 09/04
http://bit.ly/2G0JKda

Os deputados federais que irão discutir e votar a reforma da Previdência estão falando no assunto em uma bolha: ministro pressiona, deputado se esquiva, um fala com o outro e ficamos com a ameaça de acabarem com a sua aposentadoria. Vão deixar por isso mesmo? Vamos estourar essa bolha! Diga o que você pensa direto ao deputado. Clique aqui e mande o seu recado: http://www2.anfip.org.br/_faleAnfip/ .
Este formulário funciona assim: através do site, uma mensagem pode ser enviada a um parlamentar específico ou para todos. Você também pode direcioná-la para grupos de deputados por estado ou partido, por exemplo, em comunicação direta com os gabinetes dos deputados por e-mail.

 

Artigo | Objetivo é a capitalização
Folha de S. Paulo; 09/04
http://bit.ly/2G5XwLr

Por Pablo Ortellado: À medida que a reforma da Previdência começa a tramitar, a oposição se vê diante do dilema de rejeitar uma reforma agressiva, orientada à transição para o regime de capitalização ou atuar mais pragmaticamente propondo emendas que diminuam o impacto dos aspectos mais danosos aos trabalhadores. Paulo Guedes tem deixado claro que o principal objetivo da reforma é conseguir uma economia de pelo menos R$ 1 trilhão, o que permitiria fazer a transição do regime atual, de repartição (na qual trabalhadores da ativa financiam a aposentadoria da geração anterior), para um regime de capitalização (na qual a aposentadoria está atrelada a uma espécie de poupança individual).


#QueroPost: o que pode acontecer se eu não fizer a homologação
da minha rescisão? Posso sacar o FGTS normalmente?

TST; 03/04
http://bit.ly/2IulOl4

Quem responde é a juíza substituta da 1ª Vara do Trabalho de Santo André, em São Paulo, Samantha Mello, através de um podcast.

 

 


11 memes essenciais para entender
os 100 primeiros dias do governo Bolsonaro

Folha de S. Paulo; 10/04
http://bit.ly/2UtDLaU

Se em 100 dias de governo Bolsonaro fica difícil falar em “nova política” ou “velha política”, podemos dizer com convicção que entramos em uma nova era de memes. Lula, Dilma, Aécio e Cunha foram substituídos por Bolsonaros, Queiroz, Moro, Damares e companhia. Confira o essencial desse período.

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