7 de junho de 2019

07/06 – Falta uma semana para o #14J, ministro defende ensino superior privado, Fundeb em risco? e mais.

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Trabalhadores da educação 
aderem à greve geral do dia 14
Blog do Esmael; 06/06
http://bit.ly/2HZWpPQ

Em defesa da educação pública e de qualidade, contra os cortes de verbas, pela aposentadoria e por mais empregos, trabalhadoras e trabalhadores da educação de todos estados e municípios do país aprovaram a adesão à Greve Geral do dia 14 de junho. A categoria liderou dois importantes esquentas para esta paralisação nos dias 15 e 30 de maio, quando o Brasil parou e foi às ruas em defesa dos direitos dos trabalhadores e dos estudantes.

 

‘Essa reforma é como se uma família fizesse equilíbrio fiscal 
cortando alimentos ou a escola dos filhos’
Rede Brasil Atual; 05/06
http://bit.ly/2K3qvnS

Em debate na Comissão de Finanças e Tributação na Câmara dos Deputados, em que foi convocado para explicar os impactos econômicos e financeiros da proposta, Paulo Guedes comparou a situação do país a uma “baleia ferida, arpoada várias vezes, que foi sangrando e parou de se mover”. O argumento reitera a visão do governo de que, gastando menos com a Previdência e a seguridade social, o Estado teria mais recurso para fazer investimentos, criando ainda confiança no mercado quando, na verdade, o que está sendo promovido é um corte que retira direitos, reduz benefícios e afasta o trabalhador do acesso à aposentadoria, como observa o diretor técnico do Dieese, Clemente Ganz Lúcio. “Vamos equilibrar as contas fazendo cortes no benefício social. É como se uma família fizesse o equilíbrio do orçamento cortando alimentos, a escola dos filhos, ou o plano de saúde sem dar assistência. É isso que o governo está fazendo”, afirma o diretor técnico.

 

Pesquisa aponta que 70% dos caminhoneiros 
podem parar no dia 14 de junho
Brasil de Fato; 07/06
http://bit.ly/2WuwF6R

A Fundação Perseu Abramo (FPA) produziu, por meio da Rede Nacional de Pesquisadores Associados (RNPA), uma pesquisa de opinião com caminhoneiros para aferir a possibilidade de uma nova greve no setor, a exemplo da que ocorreu no ano passado. O levantamento mostra que 70% são favoráveis a outra paralisação, coincidindo com a posição de parte das lideranças do setor em relação à Greve Geral convocada para 14 de junho. A pesquisa foi realizada entre os dias 2 e 18 de maio, com 648 motoristas, sendo 6 mulheres. Do total de entrevistas, 49,7% foram com condutores de empresas, 42,6% autônomos, 4,7% cooperativados e 3% empregadores.

 

 


Sinpro ABC: Boletim “O Professor”, número 422
Sinpro ABC; 06/06
http://bit.ly/2EVFLie

Mais um exemplar do boletim “O Professor”, número 422 – maio e junho de 2019, produzido pelo departamento de comunicação do Sindicato dos Professores do ABC.

 

 


Sinpro Jundiaí: Câmara Municipal de Jundiaí aprova 
moção de apoio à campanha salarial do Sindicato
Fepesp; 06/06
http://bit.ly/2EYvDFt

A Câmara Municipal de Jundiaí aprovou, em sua 105ª sessão ordinária, moção de apoio aos professores da rede particular de ensino do Estado de São Paulo, representados pela Fepesp e pelo Sinpro Jundiaí, pela batalha por renovação da convenção coletiva de trabalho na Educação Básica – que se encontra em processo de dissídio coletivo diante da recusa do patronal em assinar acordos baseados em sua própria proposta. O patronal, agora, terá que se explicar à Justiça do Trabalho.

 

 


Vantagem do Sindicalizado: 
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Fepesp; 06/06
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Ministro da Educação defende 
fortalecimento de ensino superior particular
Folha de S. Paulo; 06/06
http://bit.ly/31k5mv5

Enquanto as universidades federais têm sido alvo de críticas, o ministro da Educação, Abraham Weintraub, indicou em encontro com representantes do ensino superior particular que o setor é a prioridade para o governo Jair Bolsonaro (PSL) na busca pela expansão de vagas. Weintraub disse que o governo pretende relaxar as regras de regulação de cursos e instituições, mas não detalhou outras ações planejadas pelo governo nesse sentido. A fala do ministro vai ao encontro da agenda do setor privado, defensor da simplificação de regulação.

 

‘Sem universidade pública, o Brasil não tem futuro’, 
diz reitor da Unicamp
Blog da Rose; 06/05
http://bit.ly/2WudhXJ

“Há ameaças à autonomia, à liberdade de cátedra e ao modelo de universidade pública consolidado no país. Muitas vezes isso se baseia em falta de entendimento da atuação da universidade. Estamos vivendo um momento de polarização extrema e muitas decisões se baseiam em questões ideológicas. Como universidades públicas, devemos nos aproximar da sociedade e mostrar o impacto do nosso trabalho. Sem universidade pública, o Brasil não tem futuro”, afirma o reitor da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Marcelo Knobel, que também tomou posse em abril como presidente do Conselho de Reitores das Universidades Estaduais Paulistas (Cruesp).

 

Artigo | Momentos decisivos para as universidades 
UOL; 14/05
http://bit.ly/2wFlpFD

Por Bernardo Machado: As pautas educacionais têm despontado como assunto quente no Brasil: como organizar um ministério? Qual a relevância de determinados cursos? Vale a pena financiar as pesquisas? Nas últimas semanas, os holofotes miraram as universidades públicas federais, considerando seus números e avaliações. Está em questão a manutenção, o formato e o tipo de serviço que elas prestam à sociedade. Quando um tema entra em ebulição, o bom senso sugere cuidado, calma e análise.

 

 

2020 seria o começo do fim da educação básica?
Outras Palavras; 06/06
http://bit.ly/31gjTYr

O Fundeb, vital fundo para o ensino público, está em risco: com validade até o próximo ano, pode ser extinto pelo governo Bolsonaro. É preciso discutir (e entender) o financiamento da educação — ou milhares de escolas podem fechar as portas.Com o sinal vermelho ligado no que diz respeito ao financiamento da Educação, é importante entender de onde vêm os recursos que mantém a política de ensino no país. O Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb), por exemplo, é um dos mais importantes instrumentos de sustentação da educação básica. Aprovado em 2006, fruto da luta do movimento social, a validade do Fundeb é somente até dezembro de 2020, o que precisa ser revisto com urgência.

 

Por que me sinto ansioso e deprimido?
Nova Escola; 06/06
http://bit.ly/31fAmvT

Professores costumam enfrentar uma rotina desgastante dentro e fora da sala de aula. Além de vivenciarem diretamente a pressão do dia a dia, estarem sujeitos a longas jornadas de trabalho, receberem baixos salários e contarem com pouca parceria com seus colegas, o cenário profissional muitas vezes também não garante boas perspectivas ao oferecer poucos recursos e uma estrutura precária. Esse quadro acaba por desencadear situações estressantes que impactam diretamente a saúde desses profissionais, sendo altas as taxas de depressão e ansiedade entre professores, como indicou a pesquisa A saúde do educador brasileiro, realizada pela Nova Escola.

 

 


No coração da balbúrdia 
UOL; 05/06
http://bit.ly/2Iup4M1

Reconhecida como uma das melhores universidades da América Latina, a UnB (Universidade de Brasília) foi acusada pelo ministro da Educação, Abraham Weintraub, de ser uma das universidades federais que promovem “balbúrdia” em seus campi. A reportagem do UOL visitou o campus Darcy Ribeiro, o maior e mais tradicional da UnB, em uma sexta-feira, às 9h. No local, além de faixas contra os bloqueios no orçamento da educação, o que se viu foi muita movimentação de alunos – e muita gente estudando.

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