Federação dos Professores do Estado de São Paulo, 02 de outubro de 2022

7 de abril de 2020

07/04 – negociação coletiva para redução de jornada, quarentena ampliada, professor se reinventa: ‘Tive de gravar dez vezes o primeiro vídeo’ – e mais

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Se a sua escola propor acordo individual para redução de jornada, de salário ou trabalho nas férias, não demore – ligue imediatamente para o seu Sindicato, ou conte tudo (de forma anônima, mas indicando o nome da escola) aqui:  http://fepesp.org.br/noticia/fala-que-eu-te-escuto/

 


Redução de jornada ou salário deve ser comunicada ao sindicato, decide STF
UOL; 06/04
https://bit.ly/2UQsboU

O ministro Ricardo Lewandowski, do STF (Supremo Tribunal Federal), determinou hoje que os acordos individuais de redução de jornada ou salário, previstos pela MP (medida provisória) 936, devem ser comunicados aos sindicatos, que conduzirão, se quiserem, a negociação coletiva.

O ministro argumentou que a medida cautelar busca proteger os direitos dos trabalhadores e evitar retrocessos, promovendo segurança jurídica a todos os envolvidos nas negociações trabalhistas. Lewandowski reforça que quer preservar o texto original da MP, tirando apenas os pontos considerados inconstitucionais.

 

Lewandowski, do STF, abre possibilidade de sindicato abrir negociação coletiva em caso de redução de salário.
Reuters; 06/04
https://bit.ly/2yH0LJq

Na decisão em ação movida pela Rede Sustentabilidade, Lewandowski disse que os sindicatos poderão deflagrar uma negociação coletiva –caso não o façam, o acordo individual será dado como aceito. Para ele, dessa forma, a decisão respeita a Constituição Federal.

 

Perguntas e respostas sobre a MP 936 – por José Geraldo Santana
Contee; 06/04
https://bit.ly/34iA75b

1. A quem o programa emergencial de emprego e renda protege?
Ao contrário do que anuncia o seu título, esse programa visa, prioritariamente, a beneficiar as empresas, deixando algumas migalhas aos trabalhadores, como ínfima compensação pelos direitos que lhes são reduzidos e/ou suspensos por autorização dele.

  1. Em que consiste o programa emergencial de emprego e renda?
    Esse programa autoriza a redução salarial pelo período de até 90 dias, nos percentuais de 25%, 50% e 70% dos salários, e a suspensão do contrato de trabalho por até 60 dias.
    Como contrapartida, durante o período de redução ou de suspensão do contrato, os trabalhadores por ele atingidos receberão o chamado benefício emergencial, que tem como base de cálculo o valor do seguro desemprego a que teriam direito, se fizessem jus a ele.

[seguem outras 27 perguntas, com as respostas do prof. Santana]

 

Não assine nada, nenhum acordo individual, antes de falar com o Sindicato ou a Federação. Clique aqui: http://fepesp.org.br/noticia/professor-auxiliar-nao-assine-nada-antes-de-falar-com-a-federacao-ou-o-sindicato/



SP vê adesão ao isolamento cair e estende quarentena até 22 de abril
Estadão; 06/04
https://bit.ly/2UMQios

O governador João Doria (PSDB) prorrogou a quarentena em São Paulo para conter o avanço do novo coronavírus. A medida começou no Estado no dia 24 de março e teria validade até esta terça-feira, 7, mas foi prorrogada por mais 15 dias, até o dia 22 deste mês.

O Estado já identificou, entre a terceira semana de março e a primeira semana de abril, redução do número de pessoas que continuaram dentro de casa. Segundo estimativas do governo, o total de mortes nos próximos seis meses deve chegar a 111 mil, mesmo com as medidas de isolamento. Sem a quarentena, o número de óbitos projetado é de 277 mil até outubro.

O decreto do Estado de São Paulo determina o fechamento do comércio e de serviços não essenciais, o que inclui bares, restaurantes e cafés, que só podem funcionar com serviços de delivery. Já os serviços considerados essenciais, como farmácias e supermercados, podem abrir as portas. A medida vale para todos os 645 municípios paulistas e o decreto a ser publicado nesta terça-feira, 7, tem os mesmo itens do anunciado no dia 24.

 

Quarentena de SP deve ser prorrogada mais vezes, dizem especialistas
Folha de S. Paulo; 06/04
https://bit.ly/34kr4AF

A quarentena de São Paulo deve ser prorrogada depois do dia 22. A opinião é de especialistas da área de saúde que participam das discussões da crise do coronavírus com o governo de SP.

NO AUGE – O fim do atual período de isolamento social, anunciado por Doria na segunda (6), coincidirá com o começo do pico da crise, previsto para o fim de abril e o começo de maio.


Ministério muda estratégia e propõe reduzir isolamento em estados e cidades com 50% da capacidade de saúde vaga
G1; 07/04
https://glo.bo/2XiOLbs

O Ministério da Saúde propõe reduzir parcialmente o isolamento em cidades e estados com metade dos leitos e estrutura de saúde vagos. A medida, de acordo com o boletim divulgado nesta segunda-feira (6), passaria a valer na segunda-feira (13).

A partir da próxima semana, portanto, cidades com mais de 50% da capacidade de atendimento médico disponível poderiam passar do Distanciamento Social Ampliado (DSA) para uma transição ao Distanciamento Social Seletivo. Veja a diferença entre os dois tipos de isolamento e o bloqueio total (lockdown), de acordo com documento do ministério:

Distanciamento Social Ampliado (DSA): Estratégia que não tem limitações apenas para grupos específicos – todos os setores da sociedade devem permanecer em isolamento.

Distanciamento Social Seletivo (DSS): Apenas alguns grupos ficam isolados. Pessoas com menos de 60 anos e sem condições que elevam o risco de casos graves poderão circular livremente.

Bloqueio total (lockdown): Nível mais alto de segurança com distanciamento de todos os cidadãos e também um bloqueio total de todas as entradas do perímetro da cidade/estado/país por profissionais de segurança. Ninguém tem permissão de entrar ou sair.

 

 

WhatsApp limita encaminhamento de mensagens em crise de coronavírus
Folha de S. Paulo; 07/04
https://bit.ly/39S7D3v

O WhatsApp anunciou nesta terça-feira (7) que vai limitar o encaminhamento de mensagens no aplicativo para evitar a propagação de notícias falsas. A medida resulta do cenário de desinformação na plataforma durante a epidemia do novo coronavírus.

A partir de agora, não será mais possível encaminhar uma mensagem que foi retransmitida diversas vezes a cinco destinatários, mas a apenas um.

A mudança vale para as chamadas mensagens encaminhadas com frequência, que são rotuladas no aplicativo com setas duplas. Essas setas indicam que a mensagem não se originou de um contato próximo.


Anvisa proíbe uso do app zoom por problemas de segurança
IstoÉ; 06/04
https://bit.ly/39PiJX3

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), um dos órgãos públicos na linha de frente do combate à pandemia do novo coronavírus (covid-19), proibiu o uso da ferramenta de videoconferência Zoom por falhas de segurança identificadas no aplicativo.

Zoom é uma plataforma que vem ganhando popularidade desde o início da pandemia com seu serviço de videoconferência. Ele funciona gratuitamente por um período limitado e sem prazo para quem assina um pacote.

A Agência Brasil publicou reportagem onde mostra aplicativos que podem ser utilizados como alternativas (aqui: https://bit.ly/2wpT5um)

 

 

MEC autoriza antecipar formatura em medicina, enfermagem, farmácia e fisioterapia devido à pandemia do coronavírus
G1; 03/04
https://glo.bo/2UT1m3r

A regra abrange estudantes da rede federal de ensino que tenham completado 75% da carga horária de internato médico ou estágio supervisionado “exclusivamente para atuar nas ações de combate à pandemia do novo coronavírus.” A portaria não cita estudantes da rede privada de ensino.

 

 

Escolas privadas buscam novas formas de ensinar
Extra; 06/04

https://glo.bo/2UT1m3r

Colégios privados – que concentram 17% dos alunos no ensino fundamental brasileiro e 12% do médio – também estão encontrando alternativas para repor as aulas, sempre levando em conta o problema adicional de terem de equilibrar as contas. As estratégias são tão diversas quanto os desafios. Há desde classes ao vivo até plataformas que permitem a interação entre os estudantes.

 

Professor se reinventa para aula online
UOL; 06/04
https://bit.ly/2xVWNfH

A pandemia do coronavírus forçou uma reinvenção da carreira do professor, já castigada no País por salários baixos e perda de prestígio. De uma semana para outra, com o fechamento das escolas, docentes da rede particular tiveram de se acostumar com câmeras, edição de imagens, e pensar em estratégias que possam ser executadas da casa deles – para a casa dos alunos. Os desafios e as angústias são enormes. Há a falta de treinamento para o ensino a distância, dificuldade em avaliar se o estudante está aprendendo e até o temor de estarem sendo vigiados por pais durante as aulas online.

 

Eu tive de gravar dez vezes o primeiro vídeo’, diz professora
IstoÉ; 06/04
https://bit.ly/3c001xn

Lúcia Regina de Lima Nunes, de 50 anos, diz que não se sente muito à vontade ao falar para a câmera. Mas agora tem um estúdio improvisado em casa, onde a filha a filma com celular. Lúcia dá aulas para crianças de 4 e 5 anos em uma escola particular de Natal. Teve de entrar na educação a distância há duas semanas, quando a instituição fechou as portas por causa do coronavírus.

“O primeiro vídeo tive de gravar dez vezes, eu estava muito séria, não é como estar com as crianças na sala”, conta Lúcia. “A maior dificuldade é não saber como estão recebendo a aula que gravei.” Ela se diz assustada com a situação atual, com os casos que não param de crescer, e a filha que mora em São Paulo.

Pesquisa Instituto Península mostra que 90% dos docentes estão preocupados com a sua saúde. E já relatam problemas psicológicos. “Vejo o risco de isso aumentar. Com estrutura emocional abalada, os professores precisam ainda se ressignificar profissionalmente”, diz a diretora executiva do instituto, Heloísa Morel.

O estudo também mostrou que a maioria dos professores da rede privada acha que seu papel neste momento é interagir com os alunos on line. Entre os de escolas públicas, os índices são baixos. Nas redes municipais e estaduais ainda são poucas as iniciativas de ensino remoto e os docentes foram colocados em férias.

 

 

 

O QUE OS CHEFS ESTÃO COZINHANDO NA QUARENTENA
Revista Gama; 07/04
https://bit.ly/2RiR8ag

A pandemia de coronavírus, que levou grande parte da população mundial a se trancar em casa, levou também gente que jamais pensou que fosse capaz de fritar um ovo à cozinha.

É possível que muitos não tenham evoluído para além de um ovo cozido, que é ainda mais fácil que o frito e que, convenhamos, tem seu valor (principalmente com aquela gema cremosa). É possível que outros tantos tenham descoberto uma aptidão – ou pelo menos uma simpatia – para as panelas. Para todos esses, damos aqui dicas de profissionais.

Também em casa, os chefs estão explorando uma culinária diferente das que fazem em seus restaurantes, com panelas domésticas, pratos mais simples, menos processos. Conversamos com eles para saber de sua rotina e reunir também receitas caseiras favoritas e dicas para facilitar a vida.

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