Federação dos Professores do Estado de São Paulo, 26 de novembro de 2022

3 de agosto de 2020

03/08 – a manifestação dos donos de escolas, prefeitura de SP deve retardar volta às aulas, greve no Rio contra retorno, veja como está no resto do mundo – e mais.

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Donos de creches e escolas infantis fazem ato em favor da retomada das aulas na rede particular de SP e do ABC Paulista
G1; 31/07
https://glo.bo/3k51CH5

Um grupo de cerca de 70 donos de escolas infantis e creches particulares de São Paulo e do ABC Paulista fizeram nesta sexta-feira (31) um ato na Ponte Estaiada, na Zona Sul da capital, reivindicando o retorno às aulas nas unidades de ensino particular das regiões onde atuam.

O ato teve concentração na Praça Charles Miller, em frente ao estádio do Pacaembu, na Zona Oeste da cidade, onde os manifestantes exibiam faixas pregadas aos veículos pedindo para que as autoridades públicas ouçam o segmento na tomada de decisão sobre o retorno às atividades das escolas na capital e na região metropolitana.

 

 

Saúde vê risco e Prefeitura de SP deve retardar reabertura de escolas
Monica Bergamo; 03/08
https://bit.ly/3k5RQV8

A Prefeitura de São Paulo deve retardar o máximo possível a reabertura das escolas públicas municipais. O prefeito Bruno Covas já afirmou que a decisão será tomada pelos especialistas da área de saúde da administração. E até agora a volta às aulas tem sido considerada de alto risco pelos técnicos.

Uma das informações que fizeram a luz vermelha acender veio do inquérito sorológico que está sendo feito pela Secretaria Municipal de Saúde e que mostrou uma escalada de contágios em idosos da capital: 13,9% de todos os casos mapeados no estudo foram registrados em pessoas mais velhas.

A constatação fez crescer o temor de que as crianças e adolescentes, ao voltarem a circular nos colégios, retornem para suas casas, onde muitas vezes vivem com os avós, e transmitam a doença.

O inquérito vai agora mapear o contágio entre crianças na capital paulista. O dado vai auxiliar na tomada de decisão. De qualquer forma, a prefeitura deve adotar posição mais conservadora que a do estado na decisão de retomar as aulas presenciais na rede pública.

 

Câmara debaterá PL sobre medidas de volta às aulas em nova audiência pública
Câmara Municipal SP; 31/07
https://bit.ly/30p6j6w

Na próxima terça-feira (04/8), às 13h, a CCJ (Comissão de Constituição, Justiça e Legislação Participativa) realizará Audiência Pública semipresencial para discutir o PL (Projeto de Lei) 452/2020. O texto, de autoria do Executivo, aprovado em primeira discussão em Plenário, estabelece medidas para o retorno às aulas presenciais em São Paulo, mas sem definir uma data de retorno. A reunião será transmitida, ao vivo, pelo Auditório Virtual do Portal do Legislativo paulistano, canal do YouTube da Câmara Municipal e redes sociais.

Charge: Rede Brasil Atual; 03/08
https://bit.ly/2XnTPKz

 

Em assembleia, professores do Rio decidem não retomar aulas presenciais
Estadão; 01/08
https://bit.ly/2BSWp3M

Professores de escolas particulares do município do Rio de Janeiro decidiram em assembleia virtual neste sábado, 1, que não vão retomar as aulas presenciais. A prefeitura liberou o retorno na próxima segunda-feira, de forma voluntária, do 4.º ao 9.º ano.

A reunião do Sindicato dos Professores do Município do Rio de Janeiro e Região (SinproRio) contou com a participação de mais de 500 profissionais, que votaram pela “manutenção da greve pela vida”. A proposta é retomar as aulas presenciais apenas com a garantia das autoridades da área de saúde.

“Não nos negamos a trabalhar, e estamos trabalhando muito no teletrabalho, mas estamos em greve pela vida”, afirmou o presidente do Sinpro-Rio, Oswaldo Teles, na abertura da assembleia virtual. Ele ainda ressaltou que “em nenhum lugar do mundo, ocorreu retorno às aulas presenciais com o número de contágios e mortes (beirando as 100 mil) que o Brasil vem sofrendo”, segundo comunicado do sindicato.


Nas periferias de São Paulo, volta às aulas gera incertezas
Folha de S. Paulo; 03/08
https://bit.ly/2Pjb8YV

Em Carapicuíba, na Grande São Paulo, a manicure Karina Nascimento de Carvalho, 29, vê com preocupação a ideia de volta às aulas no começo de setembro, em meio aos casos de Covid-19. “Se para nós, adultos, já é difícil manter o isolamento, imagina para uma criança?”, questiona.

O sentimento de Karina não é um consenso entre as mães pelas periferias de São Paulo, mas indica as dificuldades do retorno presencial.

Em geral, todas as mães têm preocupação com o processo e os riscos de contágio da Covid-19. Por outro lado, a necessidade de trabalhar e não ter com quem deixar os filhos têm sido um problema durante a paralisação.

 

Discussão sobre necessária volta às aulas envolve ciência e insegurança dos pais
Estadão; 31/07
https://bit.ly/39OhzN8

Por Renata Cafardo: “Com o início do segundo semestre, a volta às aulas torna-se o centro da discussão da pandemia no Brasil e no mundo. A ciência tem dito que é possível retornar, desde que com segurança. Isso porque estudos preliminares mostram que as crianças se infectam menos e transmitem menos a doença. Os educadores enumeram as perdas: prejuízos à aprendizagem, à convivência social e até o risco de danos graves à saúde mental e à nutrição dos alunos. Mas incertezas quanto ao enfrentamento da pandemia, à dificuldade de crianças cumprirem regras sanitárias e o número de infectados no País fazem pais e professores se sentirem inseguros para voltarem às escolas.

Os últimos dados do Ministério da Saúde mostram que 585 crianças e adolescentes menores de 19 anos morreram por covid-19 desde o início da pandemia no Brasil. O País passou de 90 mil mortos. Cerca de 5 mil foram hospitalizadas. Estudos de casos na China, Austrália, Finlândia, Irlanda e Espanha indicam que as crianças não transmitem coronavírus tanto quanto os adultos. Eles fazem referências diretas às escolas, com títulos como “a criança não é culpada” ou conclusões de que as instituições de ensino têm baixo risco de contaminação, o que fez a Sociedade Americana de Pediatria pedir o retorno às aulas nos EUA. Se um pai tem o direito de não enviar seu filho à escola por receio de que este não estará seguro, como devem agir os professores caso tenham o mesmo receio?”

Pouco mais de dez países já abriram suas escolas, entre eles França, Alemanha e Austrália, mas 1 bilhão de alunos no mundo (60% do total) ainda estão sem aulas, segundo a Unesco. A Europa voltou a ter aumento de casos, mas não se sabe se há relação com o retorno, já que escolas fecharam novamente para férias e restaurantes e praias estão abertos. Em Israel, escolas reabriram em maio e tiveram de adiantar férias porque o número de infectados cresceu. O tema também é polêmico nos EUA, onde Estados como Nova York e Flórida retomarão aulas presenciais, mas cidades como Los Angeles e San Diego continuarão com ensino remoto”.

 

Educação remota: pais e professores sobrecarregados e um sistema ultrapassado
Jornal De Fato; 02/08
https://bit.ly/31cLw5A

Ouvimos de maneira recorrente que nada será como antes. Tomara que não seja. É preciso modernizar a matriz educacional, inclusive com incentivo ao aprendizado além do universo escolar. A nós, pais e responsáveis, cabe incentivar nossos filhos ao estudo, mostrar a eles o quanto é preciso respeitar e admirar os professores. O isolamento social não é justificativa para ausência de empatia.

 

Brasil registra média de 1.011 mortes pelo coronavírus por dia na última semana; 8 estados e DF têm alta de óbitos
G1; 30/07
https://glo.bo/31hZumy

O Brasil superou ontem 94 mil mortos pela covid-19, seguindo um platô de mais mil óbitos diários desde meados de junho. Mato Grosso do Sul, Distrito Federal, Goiás, Tocantins, Acre, Roraima e os estados da região Sul apresentam alta no número de mortes.

 

 

 

Artigo: ‘A roleta-russa da abertura das escolas’
Le Monde Diplomatique; 31/07
https://bit.ly/2Xg7SSp

por Fernando Cássio e Ana Paula Corti: “ Algumas poucas escolas privadas de elite nas grandes cidades vêm contratando empresas ou hospitais privados de renome para o desenvolvimento de protocolos que garantam a segurança epidemiológica de seus estudantes e profissionais, mas isso está longe de ser a realidade da maioria das escolas privadas e, sobretudo, das escolas municipais e estaduais. Apesar de as entidades patronais assegurarem que o sol já pode brilhar nas escolas particulares, a dúvida permanece. Um levantamento recente[1] mostra que 40% dos estudantes matriculados em estabelecimentos privados não retornarão à escola em 2020 por decisão das famílias”.

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