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IPEA: REFORMA DEVE APROFUNDAR FOSSO SALARIAL DE NÃO SINDICALIZADO

13/09/2017

Uma nova interpretação de dados levando em conta os possíveis efeitos da reforma promovida pelo governo sem votos indica que as novas regras trabalhistas devem aprofundar a diferença salarial entre trabalhadores sindicalizados e não sindicalizados - em favor quem é sócio do seu sindicato.

Essa conclusão, do pesquisador André Gambier Campos, do IPEA (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), foi apontada pela repórter Cristiane Bonfanti no jornal Valor desta segunda (11/09) e mostra que os sindicalizados ganham, em média, 33,5% mais que os não sindicalizados no país.

"Com a reforma trabalhista, essa desigualdade interna no mercado tende a se aprofundar", afirma o pesquisador Campos, que analisou o mercado de trabalho como um todo, sem se deter em categorias específicas."Por uma série de fatores, a trajetória dessas pessoas (sindicalizados) no mercado de trabalho afeta os seus salários", conclui. O IPEA é o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada, do Ministério do Planejamento.

E o que a reforma trabalhista tem a ver com isso, no caso de professoras, professores e pessoal administrativo nas escolas da rede privada? A reforma, como já denunciamos, permite a terceirização de docentes. o trabalho temporário e até o trabalho intermitente - que pode pressionar o salário e a carga horária de quem trabalha.

Por isso, nossa advertência: procure já o Sindicato. Nós vamos resistir a essas tentativas de precarização. Já sabe: qualquer tentativa de acordo individual, de mudança de carga horária ou disciplinas, procure imediatamente o Sindicato!

Confira aqui o estudo completo.

 

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