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FRENTE A FRENTE COM OS DONOS DAS ESCOLAS

05/02/2018

FRENTE A FRENTE COM
OS DONOS DAS ESCOLAS

O que vai ser das nossas convenções e acordos coletivos este ano? Com o conjunto de regras na relação de trabalho de professores e auxiliares na rede privada de São Paulo – e que vale mais do que o que está na ‘reforma’ trabalhista? Depende da gente – fortalecendo o sindicato –  e depende do nosso apoio à comissão de sindicatos, coordenados pela Fepesp, que começou hoje a rodada de negociações da Campanha Salarial 2018

A primeira rodada, na manhã desta segunda-feira, 05/02, foi diante dos representantes do sindicato patronal das instituições de Ensino Superior. Decidiu-se um cronograma de discussões e decidiu-se encarar de frente o que deve ser renovado no acordo. O ponto principal são os planos de saúde de professores e auxiliares. Como você sabe, conseguimos fazer valer por dois anos, no ano passado, as convenções coletivas do Ensino Superior. Ainda temos um ano pela frente nas cláusulas que garantem recesso, janelas, garantia semestral de salários e outros tantos itens importantes (veja a convenção completa aqui: http://fepesp.org.br/ensino-superior/convencoes-coletivas). Itens econômicos, como o reajuste salarial, bolsas de estudo específicas e plano de saúde tiveram vigência de um ano e vencem em 28 de fevereiro deste ano.

E os planos de saúde são o ponto de grande divergência. O sindicato patronal, desde o ano passado, alega que a alta dos custos de assistência médica pode inviabilizar os planos. Nossa convenção indica que você pague apenas uma taxa nominal (que possibilitaria aos professores e auxiliares a manutenção dos seus planos, mas arcando com os custos, em caso de desligamento da instituição). Precisamos estar preparados para discutir com franqueza essa questão.

Nesta terça-feira, 06/02, serão realizadas rodadas de negociações com os outros dois segmentos nesta campanha: a de professores e técnicos de ensino do Sesi/Senai em São Paulo (que também tem ainda um ano em seus acordos de dois anos, firmados no ano passado), e a de professores e auxiliares na Educação Básica de São Paulo (cuja convenção coletiva, também de dois anos, se encerra este ano, em 28 de fevereiro). Na Educação Básica, a convenção deverá ser negociada por completo.

E este ano você já sabe: vamos defender o que é nosso!

E o que é nosso são nossas convenções coletivas e acordos. Está negociado, vale mais do que o legislado pela perversa ‘reforma’ trabalhista! E é nossa também a estrutura sindical que garante nossos acordos e convenções. Por isso, defender o que é nosso quer dizer defender o sindicato – com sua participação e contribuição.

    

 

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